sábado, 27 de março de 2010

ORAÇÃO AO PLANETA

ORAÇÃO AO PLANETA

Todos sabem quanto é bom o bom Deus.
Ele nos ilumina, nos protege e nos guarda com todo o coração.
Oh, Senhor! Ajude-nos a salvar o meio ambiente
para que possamos viver em um mundo melhor.
Com a ajuda de todos, vamos trabalhar para a Terra curar.
Deus nos deu sabedoria e, com ela, chegaremos lá.

Suely Longue
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PARTICIPE DA HORA DO PLANETA

Neste sábado, 27 de março, entre 20h30 e 21h30, pessoas de todo o mundo apagarão voluntariamente suas luzes em um ato simbólico contra o aquecimento global. A campanha foi proposta pela Rede WWF (World Wide Fund for Nature) em 2007 e tem ganhado mais adesões a cada edição.
Neste ano, pelo menos 812 cartões-postais de mais de 120 países ficarão no escuro, como a Torre Eiffel, em Paris, e o Portão de Brandemburgo, em Berlim. No Brasil, monumentos como o Cristo Redentor, no Rio, a Ponte Octavio Frias de Oliveira, em São Paulo, o Palácio de Cristal, em Curitiba, e o Arco da Praça Portugal, em Fortaleza, também vão ficar apagados durante a Hora do Planeta.
A Hora do Planeta respeita os diferentes fusos horários do mundo, ou seja, sempre acontece a partir das 20h30 conforme o horário de cada local. O primeiro lugar do mundo a aderir à chamada Hora do Planeta deve ser as Ilhas Chatham, na Nova Zelândia, quando as 20h30 locais corresponderão às 3h45 no horário de Brasília. Para quem estiver nos arquipélagos de Fernando de Noronha, São Pedro e São Paulo, assim como nas ilhas Martin Vaz e Trindade, a Hora do Planeta deve começar às 19h30 segundo o horário de Brasília. Nos Estados do Acre, Amazonas, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rondônia e Roraima, a Hora do Planeta começa mais tarde, quando em Brasília forem 21h30.
A mobilização já conta com o apoio de 64 cidades brasileiras - das quais 17 capitais - distribuídas em 19 Estados de norte a sul do país, além de mais de 1.500 empresas e 249 organizações. "Estamos felizes com os resultados já obtidos e esperançosos de que vamos conseguir ainda mais adesões", diz Denise Hamú, secretária-geral do WWF-Brasil.

Anos anteriores

A adesão estimada no Brasil deve superar a do ano passado, quando participaram 51.926 pessoas cadastradas e centenas de outras que não fizeram o cadastro, mas apagaram suas luzes durante uma hora.
No resto do mundo, a participação também aumentou. Esta edição conta com 33 novos países, entre eles Nepal, Mongólia, Arábia Saudita, Nigéria, Paraguai, Uruguai e Marrocos.

Causas

No Brasil, a WWF escolheu como temas da Hora do Planeta o combate ao desmatamento, a proteção e recuperação de áreas de preservação permanente, como as matas ciliares e as nascentes, e a obrigatoriedade do cumprimento das metas de redução de desmatamento e de emissões de gases de efeito estufa assumidas na Conferência de Copenhague em 2009 (COP-15 da UNFCCC).
O país é considerado o terceiro maior emissor de gases de efeito estufa do mundo. A maior parte da emissão (75%) é proveniente de queimadas e desmatamento.
Embora defenda a economia de energia e a maior eficiência na sua produção, transporte e consumo, o WWF-Brasil esclarece que a Hora do Planeta é apenas um gesto simbólico. "Como acontece por apenas uma hora,
não há qualquer impacto previsto sobre a economia",
afirma Hamú.
O site oficial da campanha para obter mais informações e se cadastrar é


www.horadoplaneta.org.br.

suely longue

SAIBA UM POUCO DO INICIO DOS MOVIMENTOS ECOLOGICOS

DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

Cláudio Mendonça


O desenvolvimento da ciência e da tecnologia, no século 20, serviu tanto para promover a melhoria da qualidade da vida do ser humano, quanto para ampliar a sua capacidade de autodestruição. Entre as heranças nefastas do último século, encontram-se o desgaste sem precedentes dos recursos naturais, os efeitos lesivos da poluição do ar e das águas, a destruição das matas e da biodiversidade do planeta.

No início da década de 1960, os movimentos ecológicos já advertiam sobre as graves ameaças que estavam impostas à biosfera. As manifestações e discussões naquela década apontavam, também, para a insustentabilidade do modelo de desenvolvimento baseado no ideal de consumo e crescimento econômico acelerado. Assim, aos poucos, os temas ambientais foram sendo incorporados aos programas de governo das nações, aos partidos políticos e à agenda dos organismos internacionais.


MOVIMENTOS AMBIENTALISTAS

As Organizações Não-Governamentais (ONGs) começaram a surgir a partir da década de 1960. O WWF ("World Wildlife Fund"), a primeira ONG ambientalista de espectro mundial, foi criada em 1961. Está voltada para a defesa de espécies ameaçadas de extinção, de áreas virgens e ao apoio a educação ambiental. Em 1971, o Greenpeace - criado para impedir um teste nuclear na costa do Alasca, nos Estados Unidos - passou a ser o movimento ambientalista de maior projeção internacional.

Desse modo, a discussão ambiental ganhou amplitude e adeptos em todo o mundo ao colocar em pauta a questão da própria sobrevivência humana e assinalar a necessidade de mudanças nos nossos valores sociais e culturais, bem como no modelo econômico das nações de um modo geral.


Conferência de Estocolomo
O primeiro grande debate mundial sobre os temas ambientais tem como referência a Conferência de Estocolmo, promovida pela ONU, na Suécia, em 1972 (1ª Conferência Internacional para o Meio Ambiente Humano). Até então, esse foi o maior evento de dimensão internacional dedicado exclusivamente à avaliação das relações sociedade e natureza. O dia 5 de junho, que marcou o início dos trabalhos da Conferência, foi oficializado pela ONU como o "Dia Mundial do Meio Ambiente".

Na década de 1970, o mundo vivia no auge da Guerra fria. Os países socialistas ligados à hoje extinta União Soviética não compareceram ao evento de Estocolmo. Esses países boicotaram a conferência, em solidariedade à Alemanha Oriental, cuja participação foi vetada pela ONU.

Sem a presença dos países socialistas, o principal embate do encontro de Estocolmo ocorreu entre os países desenvolvidos do hemisfério Norte e os países subdesenvolvidos do Sul. Enquanto os países do Norte, de modo geral, defendiam a necessidade de implementar políticas ambientais rigorosas, os países do Sul reclamavam o direito de perseguir o desenvolvimento econômico e investir na industrialização.

O mundo subdesenvolvido não demonstrou nenhum interesse em adotar mecanismos de proteção ambiental que bloqueassem as suas metas de crescimento econômico. Os representantes desses países argumentavam que o crescimento econômico era prioritário e necessário para modificar a condição social precária em que vivia boa parte dos povos do mundo.


UMA CONCLUSÃO CONTRADITORIA

Essas divergências levaram a resultados práticos pouco promissores. Para contemplar as diversas posições, a "Declaração de Estocolmo" estabeleceu uma carta de princípios em que os países desenvolvidos concordavam com a necessidade de transferir tecnologia e dar apoio financeiro aos países dispostos a adotarem medidas ambientais corretas. Contudo, em contradição com o próprio princípio e objetivo da conferência, considerava que a conquista do desenvolvimento econômico era uma meta tão prioritária quanto a preservação do meio ambiente.

Nesse sentido, a posição brasileira na Conferência de Estocolmo foi tristemente exemplar, ao declarar que o país abria as suas portas para a instalação das indústrias poluidoras que tanto incomodavam a população dos países do Norte. Deixava clara a idéia de que o Brasil preferia promover o crescimento econômico a qualquer custo a se dedicar a políticas ambientais.

Na verdade, o grande avanço de Estocolmo foi o de sensibilizar a sociedade mundial para os graves problemas ambientais que podiam e ainda podem colocar em risco a sobrevivência da humanidade. A criação do PNUMA - Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente - foi um de seus resultados concretos. O PNUMA passou a ser a agência da ONU responsável pela promoção de ações internacionais e nacionais relacionadas à proteção do meio ambiente.

VISÕES DE MEIO AMBIENTE


Pelo menos três concepções sobre a relação da sociedade humana com o meio ambiente, foram bem estabelecidas nessa primeira grande discussão internacional. Para começar, podemos citar o desenvolvimentismo, que defende o crescimento econômico a qualquer custo e não considera os danos ambientais nem a possibilidade de esgotamento dos recursos naturais. Essa concepção confunde crescimento econômico com desenvolvimento e estimula o consumo crescente de energia e de recursos naturais.

Em um lado totalmente oposto, encontra-se o preservacionismo, amparado na idéia de que -no atual estágio do desenvolvimento da produção - é necessária uma postura radical de preservação ambiental. Essa corrente teve origem nos Estados Unidos, na verdade, ainda no século 19. Ela foi responsável pela criação de importantes parques nacionais destinados à salvação da natureza original, como são os casos do Parque Nacional de Yellowstone (1872), do Sequoia Park (1890) e muitos outros. Em outras palavras, o preservacionismo defende a proteção integral de determinado ecossistema com o objetivo de garantir a sua intocabilidade.

Já o conservacionismo é um meio termo entre as duas correntes anteriores. Admite a exploração dos recursos naturais, de forma racional e eficiente. Conservar significa, portanto, utilizar a natureza, mas garantindo a sua sustentabilidade. Não significa guardar os recursos naturais e sim consumir adequadamente: atender às necessidades do presente, levando em consideração a necessidade do uso desses recursos no futuro. A visão conservacionista tem caracterizado a maioria dos movimentos ambientalistas e tornou-se consenso entre a maioria dos países, sendo o princípio que norteia a política de desenvolvimento sustentável.

RECURSOS RENOVÁVEIS E NÃO RENOVAVEIS



Tanto preservacionistas quanto conservacionistas consideram que a questão ambiental não está restrita aos tipos de recursos utilizados - renováveis ou não-renováveis - e sim aos recursos naturais em geral. Recursos renováveis são aqueles que, uma vez utilizados, podem ser recuperados, como a vegetação, a água, o ar e o solo. Os recursos não-renováveis são aqueles que se esgotam, ou seja, que não podem ser repostos, como os minérios: o petróleo, o carvão, o ferro, o manganês, o alumínio e outros.

De fato, essa classificação encontra limitações, pois a exploração intensa de uma floresta, a utilização de extensas áreas para produção agropecuária ou a poluição de um rio pode levar à destruição irreversível de um ecossistema. É também o caso do ar, cuja qualidade tem sido comprometida com a emissão de gases que alteram a sua composição natural e tem provocado alterações climáticas em todo o planeta. Portanto, apesar de serem classificados como renováveis, alguns recursos não podem ser utilizados de forma inadequada sem uma atitude que vise a sua conservação em longo prazo.

DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL

Em 1973, um ano após a Conferência de Estocolmo foi elaborado o conceito de ecodesenvolvimento, mencionado pela primeira vez por Maurice Strong, Secretário Geral da Estocolmo/72. O ecodesenvolvimento - cujos princípios básicos foram formulados posteriormente por Ignacy Sachs - valoriza as possibilidades de um desenvolvimento capaz de criar um bem estar social, a partir das particularidades e anseios das populações locais. É contra a padronização do modelo de desenvolvimento dos países ricos ocidentais, baseado na sociedade de consumo. Propõe também a necessidade de um modelo de desenvolvimento apoiado na preservação dos recursos naturais.

Em 1983 a ONU criou a Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, presidida pela primeira-ministra norueguesa, Gro Harlem Brundtland. Essa comissão realizou uma ampla avaliação dos problemas ambientais relacionadas ao desenvolvimento econômico. Seu trabalho resultou na publicação de um extenso relatório intitulado "Nosso Futuro Comum", publicado em 1987 (Relatório Brundtland). Nele, ficou consolidado o conceito de desenvolvimento sustentável, apoiado em políticas conservacionistas capazes de promover o desenvolvimento, sem a dilapidação dos recursos do planeta. Enfim, um modelo de desenvolvimento que garanta a qualidade de vida hoje, mas que não destrua os recursos necessários às gerações futuras.

Algumas de suas recomendações propunham a redução do uso de matérias-primas e energia, uso de fontes de energia renováveis, limitação do crescimento populacional, combate à fome, preservação dos ecossistemas, industrialização ecologicamente equilibrada, satisfação de necessidades básicas para toda a humanidade, modificação dos valores e padrões da sociedade de consumo e a responsabilidade do Estado na implementação de políticas baseadas na justiça e eqüidade social. A sua viabilização depende da inclusão de políticas ambientais no processo de tomada de decisões econômicas.

O conceito de desenvolvimento sustentável, apoiado numa visão ética indiscutível, comprometida em preservar a natureza para as gerações futuras, tornou-se consensual em quase todo o mundo. No entanto, a sua viabilidade prática ainda precisa ser avaliada, pois é difícil definir até que ponto a exploração econômica é compatível com a manutenção de um ambiente saudável.

www.uol.com.


Suely Longue

sexta-feira, 26 de março de 2010

Suely Longue
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PUBLICIDADE HORA DO PLANETA

suely longue

HORA DO PLANETA

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SUPERPODERES

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HORA DO PLANETA

http://www.youtube.com/watch?v=XZroK9LPtqA
Suely Longue

HORA DO PLANETA

Participem da HORA DO PLANETA
SABADO DIA 27 DE MARÇO DAS 20:30 ÀS 21:30 HS
acesssem o site:


http://www.horadoplaneta.org.br/participe.php

quarta-feira, 24 de março de 2010

sábado, 20 de março de 2010

Sessenta minutos de escuridão em nome da Hora do Planeta!
Publicado: Terça-feira, 9 de março de 2010 por Renan Pereira

Este ano o evento acontecerá às 20h30, do dia 27 de março.

A Hora do Planeta 2010 pretende alcançar mais de um bilhão de pessoas em mil cidades ao redor do mundo, convocando comunidades, empresas, organizações e governos

Provavelmente você já ouviu falar na “Hora do Planeta” (Earth Hour), evento que acontece todo o ano e que atinge os quatro cantos do mundo. Em uma tentativa de frear os estragos ocasionados pelo aquecimento global, o movimento tem como meta fazer com que o maior número de pessoas apague as luzes durante o período de uma hora. Neste ano, a Hora do Planeta acontecerá no sábado, 27 de março, exatamente às 20h30 (horário local).

O evento, que é promovido pela WWF Brasil, faz um apelo contra as mudanças climáticas ocorridas no planeta neste últimos anos. De acordo com a WWF, em cada uma das zonas do fuso horário, das ruas da Cidade do Cabo até as colinas de Los Angeles, pessoas de todas as classes e profissões farão o protesto contra as mudanças climáticas.

Em 2009, milhões de brasileiros apagaram as luzes e mostraram sua preocupação com as mudanças climáticas. No total, 113 cidades brasileiras - incluindo 13 capitais - participaram do evento. Ícones como o Cristo Redentor, a Ponte Estaiada, o Congresso Nacional e o Teatro Amazonas ficaram no escuro por sessenta minutos. E não foi só no Brasil que a moda pegou. Só para citar alguns nomes, países como França, Estados Unidos, Grécia, Egito, Canadá, Argentina e México tiveram papel fundamental na organização do movimento.

A Hora do Planeta 2010 pretende alcançar mais de um bilhão de pessoas em mil cidades ao redor do mundo, convidando comunidades, empresas, organizações e governos a participarem deste ato simbólico histórico pelo futuro da Terra.

“Este é um movimento de todos nós. Ele une cidades, empresas e indivíduos para demonstrar às lideranças mundiais - e, principalmente, para mostrar uns aos outros - que queremos uma solução contra o aquecimento global. É uma oportunidade única para nos unirmos com a comunidade global em uma única voz para deter as mudanças climáticas”, afirma Denise Hamú, secretária-geral do WWF-Brasil.

A colunista do itu.com.br, Cybele Meyer, participa todos os anos do projeto e convida toda a população a fazer sua parte. “Participe você também apagando as luzes da sua casa por uma hora e depois incorpore este hábito ascendendo o menor número possível de luzes em casa. São pequenas atitudes que farão a GRANDE diferença”.

Acesse o site da WWF Brasil e descubra como ajudar a divulgar o movimento; além disso, o endereço traz dicas de como ajudar o mundo a diminuir as emissões de gases no efeito estufa.

WWF Brasil

Trata-se de uma organização que integra a maior rede internacional de conservação da natureza. O WWF Brasil executa vários de projetos que abrangem o apoio à pesquisa, legislação e políticas públicas, educação ambiental e comunicação. O órgão tem como uma de suas metas criar unidades de conservação nos ecossistemas ameaçados, como a Amazônia, o Pantanal e a Mata Atlântica, estimulando alternativas econômicas sustentáveis para as populações locais.

Participe você também. No sábado, dia 27 de março, às 20h30, apague as luzes da sua casa e ajude a construir um mundo melhor.
Por Zilmar

Unidos Venceremos

Índios usam Internet contra desmatamento
Povo Suruí monitora reserva através do Google Outreach

18/03/2010 - 11:45

fonte: G1/ BBC Brasil

Quando Almir Suruí, 35 anos, teve seu primeiro contato com o Google Earth, fez o que todas as pessoas normalmente fazem: foi procurar as suas raízes, a sua casa. No caso dele, líder do povo Suruí, que vive na reserva indígena Sete de Setembro, na divisa entre os Estados de Rondônia e Acre, o espanto foi imediato. A vista aérea da reserva (248 mil hectares), com o entorno quase totalmente desmatado, em cor marrom, o deixou chocado. Isso foi em 2007.


De lá para cá, a tal “ferramenta dos brancos” tem sido uma grande aliada dos Suruí. "Eu acho que nossa aliança com a internet é muito importante porque facilita e possibilita que a comunicação fortaleça politicamente nosso povo", diz Almir Surui. "O meu povo pode falar da ameaça da floresta, do desenvolvimento da floresta, da valorização cultural do povo Suruí", lista as possibilidades.
Depois de um encontro com o pessoal do Google e de aplicar a internet para monitorar o desmatamento na região, hoje os Suruí tem uma parceria com o Google Outreach (o braço social do Google) e são considerados a menina dos olhos da companhia.


Tanto que a diretora mundial do projeto, Rebecca Moore, tomou conhecimento de coisas que não imaginava. "Ouvimos histórias sobre as ameaças representadas por madeireiras ilegais e mineradoras, sobre pessoas assassinadas, sobre o fato de existir inclusive uma recompensa pela cabeça do próprio Almir, por liderar seu povo e resistir às madeireiras", contou.
"Ficou claro que ele tem uma idéia muito sofisticada de como a tecnologia moderna pode ajudar os povos tradicionais a se fortalecer, fortalecer sua cultura, proteger e preservar suas terras, e preencher uma lacuna entre modos tradicionais e modernos."


Neste momento os Suruí querem embarcar no mais ambicioso objetivo da "parceria" com o Google: combater o desmatamento da reserva Sete de Setembro, em tempo real.
Eles aguardam a chegada dos primeiros aparelhos smartphones equipados com o sistema operacional Android, da Google, que lhes permitirá tirar fotografar imagens do desmatamento em tempo real, postar na internet e enviar para o mundo e as autoridades competentes.


"Não é somente eles dizendo que existe (o desmatamento), é todo mundo vendo que existe. O poder de convencimento muda", avalia o gerente de produtos da empresa, Marcelo Quintella.
E Suruí arremata: "Cada um tem seu arco e flecha guardado em casa. Mas, ao mesmo tempo, a gente está usando notebooks", diz. Além de iPhone, que tira do bolso. "Hoje, essas são realmente nossas ferramentas de diálogo para construir um mundo melhor."


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